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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Black Hole


Nos arredores de Seattle, em meados da década de 70, um espectro sem nome ronda os pensamentos dos adolescentes locais. Uma praga insidiosa se dissemina pelo contato sexual e parece não poupar ninguém. Em cada um dos infectados, ela se manifesta de forma diferente - enquanto alguns se safam com simples manchas na pele, outros se transformam em aberrações, criaturas deformadas, vagas lembranças do que foram um dia. Para esses, não resta alternativa a não ser o auto-exílio em acampamentos precários, afastados da civilização. É nesse clima de horror e insanidade que se desenvolve o enredo de Black Hole . Nele, a juventude é a porta de entrada do purgatório; o sexo, o início de um terrível pesadelo; e a vida, uma sinistra roda-viva que transforma tudo o que toca em uma espiral interminável de provações e injustiças.

[01 - INTRODUÇÃO À BIOLOGIA]
[02 - O FIM]

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O Hobbit (em quadrinhos)

Baseada na obra do escritor J. R. R. Tolkien, a HQ conta a história de Bilbo Bolseiro, um Hobbit pacato e satisfeito cuja vida vira de cabeça para baixo quando ele se junta ao mago Gandalf e a treze anões em sua jornada para reaver um tesouro roubado. Esta versão em quadrinhos foi condensada por Charles Dixon e ilustrada por David Wenzel.

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>> Leia também os livros da coleção do Senhor dos Anéis <<

O curioso caso de Benjamin Button

Esta é a peculiar saga de um homem que "nasceu" com 70 anos e misteriosamente envelhece ao contrário. Esta fantástica adaptação em quadrinhos ilustra as diversas aventuras de Benjamin Button: ele se apaixona, tem uma família e cria um negócio de sucesso. Em seus últimos anos, ele vai à guerra e depois à Universidade de Harvard. Ao envelhecer, ele fica igual a um bebê recém nascido e volta aos cuidados do berço.

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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Fahrenheit 451

Farenheit 451 é uma das maiores obras-primas de ficção científica de todos os tempos (ou seria, se se tratasse, de fato, de ficção científica). E ganha agora uma versão em quadrinhos de altíssimo nível gráfico por Tim Hamilton – autorizada e avalisada por Ray Bradbury na introdução. Além da qualidade gráfica, o texto, com a impactante narração do personagem principal, é diretamente calcado na novela original. 451 graus Farenheit, ou 233 graus Celsius, é a temperatura de combustão do papel comum. Logo, dos livros. E os livros são os instrumentos que “incendeiam” as ideias. A sociedade de Farenheit 451, porém, é uma sociedade que preza acima de tudo a paz. O caminho da paz, para ela, passa por dois elementos fundamentais: um, material, o outro, espiritual. Materialmente, trata-se de suprir as necessidades básicas dos cidadãos. Nessa sociedade afluente e racional, todos vivem em casas confortáveis, vestem-se e se alimentam satisfatoriamente, têm empregos e contam, para se entreter, com úbiquas telas de TV, por onde participam interminavelmente de programas interativos (o livro foi escrito nos anos 1940, o que o torna terrivelmente premonitório). Mas a satisfação material não garante a paz social se houver insatisfação espiritual. Isto é, se existirem a imaginação, a fantasia, os questionamentos, as alternativas. Tudo aquilo de que os livros são depositários. Os livros são, portanto, proibidos. Porém proibir os livros não elimina os já publicados. Para isso existem os bombeiros, agentes especializados em localizar livros escondidos e em queimá-los in loco (não há necessidade de agentes para combater incêndios, pois as casas, ao contrário das mentes, são agora a prova de fogo). Felizmente, bombeiros com lança-chamas não podem queimar a memória...

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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Persépolis

Marjane Satrapi tinha apenas dez anos quando se viu obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas. Nascida numa família moderna e politizada, em 1979 ela assistiu ao início da revolução que lançou o Irã nas trevas do regime xiita - apenas mais um capítulo nos muitos séculos de opressão do povo persa. Vinte e cinco anos depois, com os olhos da menina que foi e a consciência política à flor da pele da adulta em que se transformou, Marjane emocionou leitores de todo o mundo com essa autobiografia em quadrinhos, que só na França vendeu mais de 400 mil exemplares. Em Persépolis, o pop encontra o épico, o oriente toca o ocidente, o humor se infiltra no drama - e o Irã parece muito mais próximo do que poderíamos suspeitar.

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>> Saiba mais sobre Persépolis <<

Auschwitz

O italiano Pascal Croci enfoca esse trabalho na vida diária no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau. Tomando como partida a "Shoah" (o testemunho dos judeus sobreviventes ao holocausto), Croci oferece um relato realista sobre a bárbarie nazista e sua "solução final".

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segunda-feira, 31 de março de 2014

Maus

Maus ("rato", em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu-polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art. O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Foi publicado em duas partes, a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, Maus ganhou o prestigioso Prêmio Pulitzer de literatura. A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas -história, literatura, artes e psicologia.

Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não-judeus são porcos e americanos, cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto.

Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. É implacável com o protagonista, seu próprio pai, retratado como valoroso e destemido, mas também como sovina, racista e mesquinho. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo dos quadrinhos e um relato histórico de valor inestimável.

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sexta-feira, 28 de março de 2014

Coraline - Neil Gaiman

Primeiro livro de Neil Gaiman escrito especialmente para o público juvenil, Coraline é um conto de fadas às avessas que reconhece a subestimada e, por vezes esquecida, maturidade da maioria dos jovens leitores. Nele, Gaiman encara pela primeira vez o desafio de escrever fantasias assustadoras para as crianças e vai além dos tradicionais dragões, príncipes encantados, frágeis princesas ou gigantes padronizados que habitam esse universo, criando uma personagem com a qual as crianças podem facilmente se identificar

A história de Coraline é de provocar calafrios. A narrativa dá muitas voltas e percorre longas distâncias, criando um ‘outro’ mundo onde todos os aspectos de vida são pervertidos e desvirtuados para o macabro. Ao mesmo tempo sutil e cruel, o autor gosta de desafiar as imagens simples dos livros infantis tradicionais. As crianças vão se deliciar com o frio que correrá em suas espinhas durante a leitura e ficarão até agradecidas por existir um escritor que finalmente se recusa a tratar com condescendência uma plateia ávida por empolgantes contos de terror.

No livro, a jovem Coraline acaba de se mudar para um apartamento num prédio antigo. Seus vizinhos são velhinhos excêntricos e amáveis que não conseguem dizer seu nome do jeito certo, mas encorajam sua curiosidade e seu instinto de exploração. Em uma tarde chuvosa, a menina consegue abrir uma porta que sempre estivera trancada na sala de visitas de casa e descobre um caminho para um misterioso apartamento ‘vazio’ no quarto andar do prédio. Para sua surpresa, o apartamento não tem nada de desabitado, e ela fica cara a cara com duas criaturas que afirmam ser seus “outros” pais. Na verdade, aquele parece ser um “outro” mundo mágico atrás da porta. Lá, há brinquedos incríveis e vizinhos que nunca falam seu nome errado. Porém a menina logo percebe que aquele mundo é tão mortal quanto encantador e que terá de usar toda a sua inteligência para derrotar seus adversários.

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Criaturas da Noite - Neil Gaiman

Este livro de Neil Gaiman, autor consagrado no universo dos quadrinhos, prima pelo ar de mistério e pelo flerte com o sobrenatural. Ele é dividido em duas histórias: em “O Preço”, o cotidiano de um escritor é alterado por inexplicáveis acontecimentos; já em “A Filha das Corujas”, a vida de uma jovem abandonada quando criança ganha toques de fábula sombria.

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quinta-feira, 27 de março de 2014

O Incrível Cabeça de Parafuso

Máquinas voadoras vitorianas, uma cabeça mecânica, roubos de tumbas, fantasmas, bruxas, marionetes, alienígenas e vegetais gigantes: um vertiginoso desfile de curiosidades encontra-se reunido nesta coletânea, incluindo as HQs ganhadoras do Prêmio Eisner O Incrível Cabeça de Parafuso e O Mágico e a Cobra, além de três outras histórias nunca antes publicadas e mais material inédito do criador de Hellboy.

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